Penso, logo habito: arquitetura participada e sustentável

O edificado consome 40% da energia produzida na Europa. Da extração e processamento dos materiais de construção ao aquecimento dos espaços, a pegada carbónica e material dos lugares onde vivemos e trabalhamos é imensa. Ao mesmo tempo, 19% da população portuguesa vive em situação de pobreza energética, muitas vezes em casas de baixa qualidade, com … Ler mais

Não vamos atingir as metas de reciclagem sem melhorar a compostagem dos biorresíduos

Na composição do nosso caixote do lixo, os biorresíduos pesam cerca de 40%. A partir de 2024, a recolha seletiva de biorresíduos passa a ser obrigatória. Para lidar com este fluxo, é essencial que, além da recolha porta-a-porta, Portugal invista no tratamento in situ (compostagem comunitária e doméstica). A meta de preparação para a reutilização … Ler mais

Alinhar justiça climática e economia circular

Estratégias para reduzir a pegada carbónica e material do setor da construção e habitação O Climáximo, movimento de luta pela justiça climática, organizou um acampamento ativista e desafiou a CEP a animar uma das conversas temáticas que aconteceram durante o evento. O formato era world café e o tema “modelos económicos mais justos e sustentáveis”. … Ler mais

Sistemas de reutilização para embalagens: os benefícios superam os desafios

Por encomenda da Rethink Plastic, a CEP realizou recentemente um estudo sobre os benefícios e desafios dos sistemas de reutilização de embalagens. Neste artigo mostramos o potencial desses sistemas e identificamos políticas públicas que podem estimular o seu uso em toda a Europa. As embalagens reutilizáveis, como por exemplo os recipientes para alimentos e bebidas, … Ler mais

Legislativas 2022 e Economia Circular

Sem políticas bem desenhadas, a economia circular não pode progredir. Com as eleições legislativas a aproximarem-se, achámos que este era o momento de olhar para os programas dos partidos e perceber, em matéria de economia circular, qual a visão e a abordagem de cada um.

O guarda-roupa e o caixote do lixo: inquérito sobre a Responsabilidade Alargada do Produtor no setor têxtil

A lei portuguesa prevê a instauração, até final de 2024, de um sistema de responsabilidade alargada do produtor para o têxtil. O objetivo é evitar os milhares de toneladas de roupa usada que anualmente acabam no lixo indiferenciado. Caberá aos fabricantes a responsabilidade pelos impactos dos têxteis uma vez atingido o seu “final de vida”. O que significa isto na prática?